Eu gostei muito desse livro. Não tem muito mistério na obra. Embora intitulado “O Mistério do Espírito Santo”, pode-se entender como um excelente estudo sobre o tema, porém não exaustivo. Vou começar pelo capítulo seis, pois foi o que mais gostei. Nessa parte do livro, R. C. Sproul fala sobre o papel da Terceira Pessoa da Trindade na obra da regeneração. Depois de discorrer sobre o papel fundamental do Espírito Santo na obra da criação e nascimento de todos os seres, inclusive dos descrentes, ele vai falar sobre a “segunda gênese”, ou seja, o que a bíblia fala de “novo nascimento”. Ele já inicia seu pensamento deixando claro que a regeneração não nos torna seres divinos, contudo espiritualmente vivos. O autor deixa claro que sem a obra regeneradora do Espírito Santo não existe vida espiritual, isto é, não existe novo nascimento.
Pessoas espiritualmente mortas são incapazes de ver o reino
de Deus. O reino de Deus é invisível para elas, não porque esse reino seja, por
si mesmo, invisível, mas porque as pessoas espiritualmente mortas estão espiritualmente
cegas (p. 68).
Sproul
enfatiza que no diálogo de Nicodemus com Jesus, o Senhor deixa claro que é
necessário “nascer de novo” para poder herdar a vida eterna. O escritor vai citar
o apóstolo Paulo na carta aos Efésios quando destaca que o Senhor “nos deu vida”,
mesmo estando nós “mortos em pecados”. O próprio Deus nos “deu vida” (Efésios
2.1-5), mostrando que a regeneração antecede à fé e não é produto da fé, mas
uma escolha soberana divina. A fé surge depois da regeneração, por isso
ela é “dom de Deus” e não vem de nós (Efésios. 2.8). O teólogo defende que aquele
que está espiritualmente morto é como um “cadáver ambulante em um cemitério
espiritual”, em contraste com os vivos, que foram regenerados pelo Espírito
Santo, pois estes andam guiados pelo alto, sintonizados com o Rei dos céus.
Sproul ressalta
que aqueles que “andam segundo o curso deste mundo” (Efésios 2.2) é guiado pelo
“príncipe da potestade do ar” que, segundo ele, é uma atribuição dada ao
próprio Satanás. Não tem um meio termo: ou andamos segundo o Espírito Santo, ou
andamos segundo as obras malignas. Ele é enfático ao afirmar que uma das
maiores mentiras pregadas pelo mundo é que “todos somos filhos de Deus” quando
na verdade o próprio Cristo falou ao contrário. Jesus falou na cara dos fariseus
que eles eram filhos do diabo: “Vós sois do diabo que é o vosso pai” (João
8.44) e no final do diálogo, Jesus deixa claro que filhos de Deus são somente
aqueles que ouvem e seguem à voz do Filho de Deus, o próprio Jesus.
A regeneração
é uma iniciativa divina. Você pode até fazer parte de uma igreja local, mas se
não houver a regeneração, não existe vida eterna para você. “Dizer a uma pessoa
que escolha nascer é como exortar um cadáver a escolher a ressurreição. Tal
exortação cai sobre ouvidos surdos” (Sproul, p.77). A regeneração tem lugar –
explica o teólogo – quando ainda estamos mortos. A chamada eficaz é obra do
Espírito Santo na regeneração, é uma chamada interna e aquele que ouviu
responde mediante a fé.
Não podemos ajudar o Espírito Santo na vivificação de nossas
almas, para que tenham vida espiritual, da mesma maneira que Lázaro não podia
ajudar Jesus a ressuscitá-lo dos mortos. (p. 76).
O INÍCIO
Mas vamos
voltar para o início do livro. R. C. Sproul sabiamente começa a obra esclarecendo
quem é o Espírito Santo. Para muitas pessoas, não passa de uma “força”, uma “luz”,
mas para um cristão autêntico, Ele é a Terceira Pessoa da Trindade. Ele é uma
PESSOA com personalidade, com vontades e que age com intenção. O Espírito Santo
fala (Atos 13.2), dá instruções quanto à verdade (João 15.26) e direciona os
filhos de Deus (João 16.13).
O Novo
Testamento nos exorta a não pecarmos contra Ele e a termos um relacionamento pessoal
com Ele (2Co. 13.13). “Ele nos é apresentado como uma pessoa a quem podemos
agradar ou ofender, que pode amar e ser amado e com quem podemos ter comunhão
pessoal” (p. 15). O Espírito Santo nos ensina, nos consola e encoraja.
Já os
capítulos dois, três e quatro são dedicados à defesa da divindade do Espírito Santo,
citando diversos textos bíblicos, mostrando o Espírito como Deus e a Trindade
como Deus único em substância, porém sendo três pessoas. No quinto capítulo, o
autor vai explicar o papel do Espírito Santo na Criação. Aí surgem raciocínios
sobre o assunto que nunca tinha percebido ou estudado.
“...e o
Espírito de Deus pairava por sobre as águas” (Gênesis 1.2). Sproul destaca esse
trecho na obra da Criação e sua interpretação na parte do “sem forma”, “vazia”
e “trevas”, pois, para ele, seria algo referente ao início de tudo, quando a
terra ainda estava em seus estágios iniciais. E, da mesma forma que Deus
ressuscitou Lázaro lançando uma ordem, Ele criou tudo através de uma ordem. O
escritor explica que o sentido de o Espírito “pairar”, seria de “manter” aquilo
que o Pai trouxe à existência, atuando como ser Preservador e Protetor. O
Espírito preenche o que estava vazio, tanto na Criação quanto na redenção. O
teólogo defende que tanto na obra da Criação quanto na de Redenção o Espírito
atua como divino Iluminador. “Aquele que ilumina os céus também inspirou as Escrituras,
revelou a Palavra de Deus e ilumina essa Palavra para o nosso entendimento”
(p.64).
Por causa
disso, por ser fonte e suprimento de todo poder da própria vida, “ninguém pode
viver completamente à parte do Espírito Santo”, defende Sproul. Sem Ele, não há
vida, não há movimento, não há ser. Para o teólogo, o “sopro a vida” está
completamente ligado ao Espírito Santo, que também é o autor da vida dos
animais e das plantas. “Envias o teu Espírito, eles são criados, e, assim,
renovas a face da terra” (Salmo104.30). Ver também Isaías 32.15 e Jó 33.4. “É o
Espírito Santo quem supre a dinâmica para o mundo criado. Mediante o seu poder,
o universo goza de vida e de movimento” (p.66).
Depois de
discorrer sobre o Espírito Santo na Criação, o autor do livro vai falar sobre o
Espírito na regeneração, no capítulo pelo qual começamos este texto. Agora no
capítulo sete vai falar do Espírito Santo como nosso Santificador, como nosso
guia, nossa “válvula de escape”.
“Para aquele
que se lembra do Espírito há sempre um meio de escape, mesmo no deserto com o
diabo”. É com esta frase de Herbert F. Brokering que Sproul inicia a parte da
obra que fala sobre como somos sãos e salvos pelo poder do Espírito Santo. A
Terceira Pessoa da Trindade é o nosso Santificador, Aquele que aplica a obra de
Cristo à nossa vida. “Na salvação não somos apenas salvos do pecado e da condenação;
também somos salvos para a santidade. O alvo da redenção é a santidade” (p.
83).
Quando somos
salvos, nos transformamos em pessoas geradas novamente, pessoas que possuem
esperança do futuro, uma esperança real e firme. “...segundo é santo aquele que
vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento,
porque escrito está: Sede santos, porque
eu sou santo” (1Pd. 1.16). “Cingindo o vosso entendimento” (1 Pd. 1.13)
significa dizer que uma vez nascido de novo, o crente precisa estar sempre
pronto para guerrear. “O caminho da santificação é o caminho da militância” (p.
85).
Quando entramos na vida cristã, nos alistamos por tempo
indeterminado. [...] Essa guerra perdura enquanto estivermos vivos. [...] Para
sobreviver nessa batalha cósmica, precisamos cingir os lombos de nossas mentes.
A batalha contra Satanás é, principalmente, uma batalha pelas nossas mentes.
Não existe maior insensatez, nenhum perigo maior para a nossa santificação do
que sucumbir à sedução atrativa que diz: “O Cristianismo é, estritamente, uma
questão do coração”. [...] Se nossos pensamentos são constantemente impuros,
essa impureza em breve começará a aparecer em nossa vida. Se nossa maneira de
pensar for confusa, nossas vidas serão em breve barrentas e caóticas”. SPROUL,
R.C. p.86.
Sproul
salienta que o Espírito Santificador nos auxilia no processo de santificação quando
nos dedicamos a leitura da Bíblia, pois Ele ilumina os textos bíblicos amoldando
nossos pensamentos aos pensamentos de Cristo. Como explica o teólogo, o próprio
arrependimento, primeiro fruto da regeneração, é uma mudança de mente. “O
Cristianismo destituído de mentalidade é uma contradição de termos. Os crentes
são exortados a pensar – profundamente – sob orientação do Espírito Santo”
(p.87). Ele é o próprio Espírito da verdade. Ver Efésios 6.14, João 8.31,32,
João 14. 16,17, João 14.26, João 16.7-14).
A Palavra de
Deus é a Palavra do Espírito, embora o Espírito não seja a Palavra, eles não
podem ser separados. O Espírito nunca ensinará nada contra a Palavra. “Amados,
não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de
Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo afora” (1João 4.1). O
Espírito nos instrui na verdade para que sejamos santos.
Sproul
continua explicando que o Espírito Santo nos regenera e vivifica para a vida
espiritual, o que resulta no nosso despertamento para a fé salvadora, que como
consequência nos justifica diante de Deus. Todo justificado procura a
santificação. Enquanto a regeneração é imediata e por escolha divinamente
soberana, a santificação é um ato sinergético, ou seja, precisamos “desenvolver
a nossa salvação” (Filipenses 2.12,13) junto com auxílio do nosso Santificador.
O processo
de santificação é gradual e começa quando respondemos ao chamado eficaz com fé.
Ele é um processo que vive em movimento, sempre para cima, mesmo que às vezes
tropecemos, o movimento é sempre para cima. “Para manter o equilíbrio em uma
bicicleta, a pessoa deve conservá-la em movimento”, é uma boa analogia para o
processo de santificação.
Há três
mudança operadas pelo Espírito em nossas vidas quando é iniciada a nossa
santificação: 1) Há mudança de consciência sobre pecado; 2) Há convencimento
sobre a verdade, gerando convicção e mudança de atitudes; 3) E boa consciência
é aquele treinada pelo Espírito Santo através da Palavra de Deus. “Da consciência
da Palavra de Deus, o Espírito Santo nos leva à convicção da Palavra de Deus.
Partindo da convicção, o Espírito redime nossa consciência, a fim de que nos
amoldemos à imagem de Cristo. Esse é o grande alvo da santificação, o ponto
final na direção a qual o Espírito luta dentro de nós” (p. 96).
O
CAPÍTULO MAIS POLÊMICO, O BATISMO DO ESPÍRITO SANTO
Vou tentar abreviar
bastante o que R. C. Sproul escreveu nessa parte. Primeiro, ele explica o
pensamento pentecostal e neopentecostal que, resumidamente, acredita que existe
dois tipos de crentes: um que teria o batismo do Espírito Santo e outro que não
teria, tendo este pensamento como base histórias registradas no livro de Atos.
O autor
avalia que em parte alguma das Escrituras está dito que o falar em línguas é
sinal necessário do Batismo com o Espírito Santo ou que deve haver um espaço de
tempo entre conversão e batismo do Espírito. Ele deixa claro que essas ideias
são inferências do texto bíblico de Atos e que, para ele, não são inferências
válidas. Sproul nos lembra que o Espírito de Deus esteve ativo na obra da
redenção desde o Antigo Testamento, destacando que Bezalel e Aoliabe foram
cheios do Espírito Santo para toda obra de artífice, para fazerem de maneira
nobre todos os utensílios do tabernáculo, história descrita no livro de Êxodo
(Êx. 35). Tanto os profetas quanto os juízes foram dotados de unção especial do
Espírito Santo. Davi quando se arrependeu do pecado pediu a Deus que não
retirasse seu Santo Espírito dele (Sl. 51.11). Houve distribuição do Espírito
Santo entre o povo lá na história de Moisés (Números 11.16-17).
A diferença
do mediador do antigo pacto (Moisés) para o mediador do novo pacto (Jesus), é
que este último distribui seu Santo Espírito para todos. Lucas é o mesmo autor
do livro de Atos e estava bastante consciente do papel dos gentios na igreja. O
livro de Atos mostra a propagação do evangelho primeiramente em Jerusalém,
depois na Judeia, em seguida em Samaria e por fim no mundo gentílico, nesta
ordem.
O dia de Pentecostes
foi um evento judaico, que ocorreu em Jerusalém. Todos os judeus crentes receberam
ali o Espírito Santo (Atos 2.5), não existe nenhuma evidência que alguns judeus
crentes tivessem ficado de fora dessa benção. Todos os cristãos, todos os judeus
que creram que Jesus era o Messias receberam o Espírito Santo naquele momento.
É
interessante a análise de Sproul quanto ao Pentecoste, pois aconteceram “quatro”
pentecostes, em quatro grupos diferentes. O primeiro, como já dito, em
Jerusalém, com a participação de judeus crentes. Houve um derramamento do
Espírito também em Samaria (Atos 8), com a presença de Filipe, Pedro e João. Os
tementes a Deus, da casa de Cornélio, eram gentios convertidos ao judaísmo, mas
que preferiram ficar incircuncisos e houve derramamento do Espírito também por
lá (Atos 10). E, por fim, houve o último derramamento do Espírito em meio aos
gentios em Éfeso (Atos 19). Qual significado então desses eventos? Isso deixa
claro que não há cidadãos de primeira e segunda classes no reino de Deus. Todos
receberam o batismo do Espírito Santo. Mas, o que dizer das línguas como
evidência necessária do batismo com o Espírito Santo?
SINCERIDADE
E SABEDORIA DE R. C. SPROUL NA RESPOSTA
O teólogo
concorda com o fato de que o texto de Atos deixa claro que o falar em línguas
era um sinal externo do enchimento do Espírito e no caso de Jesus ocorreu uma
visão externa do Espírito que descia como pomba. Houve também um sinal visível
no pentecostes, que eram as línguas de fogo que se assentaram sobre a cabeça de
cada crente. No entanto, embora o falar em línguas ainda tenha continuado na
vida da igreja, como relatado em Coríntios, esses sinais visíveis não eram
indicadores necessários ou normativos do enchimento do Espírito Santo.
O apóstolo Paulo
deixa claro que preferiria falar cinco palavras na linguagem que todos iriam
entender do que “dez mil palavras em outras línguas” (1 Co. 14.18,19). Quando o
apóstolo faz a pergunta retórica “falam todos em outras línguas?”, ele deixa
claro que nem todos os crentes falavam em línguas. Paulo pontuou que os dons
são dados pelo Espírito e são diversos, a fim de terem proveitos diferentes (1
Co. 12.4-11).
O apóstolo
continua dizendo que “a todos foi dado beber de um só Espírito” (1 Co. 12.13).
Ou seja, todos os crentes em Cristo Jesus, de fato regenerados, que creram no
sacrifício de Cristo, receberam o Espírito Santo de Deus em suas vidas. “Todos
aqueles a quem o Espírito regenera ele também batiza, enche e dota com poder
para o ministério” (p. 114). Todo crente é dotado para o ministério.
Sproul, com
toda sabedoria, esclarece que nem toda pessoa que faz parte da igreja visível tem
o batismo com o Espírito Santo, pois bem sabemos que há muitos incrédulos,
grandiosa multidão de descrentes que fazem parte da igreja visível, inclusive são
batizados nas águas, mas por dentro estão vazios. A visão de Sproul é muito
simples: todo crente verdadeiro, desde o Pentecostes, é uma pessoa tanto
regenerada pelo Espírito Santo quanto batizada por Ele mesmo. Essa é a essência
do sentido de Pentecostes. “Qualquer pessoa que tenha sido regenerada pelo
Espírito, também foi batizada no Espírito e tem o selo do Espírito” (p.115).
CAMINHANDO
PARA O FIM
Caminhando
para o final do livro, o escritor enfatiza que mais importante que apresentar
dons do Espírito Santo é você ter o fruto do Espírito, pois, este sim,
evidencia a existência do Espírito Santo em nossas vidas. “Andai no Espírito e
jamais satisfareis os desejos da carne” (Gálatas 5.16). Ele aqui vai explicar
cada uma das obras da carne e esclarecer sobre o fruto do Espírito. A parte
diferenciada é que ele vai nos lembrar que existem muitas pessoas, não cristãs,
que aparentemente exibem o fruto do Espírito, em até alguns aspectos aparentemente
melhor que muitos crentes. Mas Sproul nos adverte que nem um único fruto do
Espírito exibido externamente pode comprovar a regeneração de uma pessoa. E,
talvez por confundirmos retidão civil com o fruto do Espírito é que
procuramos outros indicadores como provas para conversão genuína de alguém. No
entanto, a Bíblia não nos permite ceder a isso. O autêntico fruto não vem
naturalmente de nós mesmos, mas produzidos em nós.
E, finalmente,
para concluir, Sproul vai falar do Espírito Santo como nosso outro Consolador.
Não podemos nos esquecer que nosso maior consolador foi enviado à terra em
forma de carne pelo Pai, este é Jesus Cristo, Filho de Deus. O Espírito Santo
entra em cena como “outro consolador” na ausência do Filho. “E eu rogarei ao
Pai, e ele vos dará outro Consolador” (João 14.16). Conforme deixa claro
Isaías, a consolação esperada por Israel era o Messias (Isaías 40.1,2, 11;
66.10-13; 61.1-3). O ministério do messias envolve consolação.
Sproul
encerra seu livro enfatizando que o Espírito Santo é a nossa força, pois é dEle
que deriva toda a nossa força. Além de Jesus, Ele também é nosso advogado, pois
intercede por nós diante do Pai com gemidos inexprimíveis (Rm. 8.26-27). Ao
mesmo tempo em que atua como advogado de defesa dos crentes, ele é Promotor de
acusação do mundo, pois convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo
(João 16.8-11). O Espírito Santo é Aquele que estará conosco em todos os momentos
de provação, nos consolando e nos direcionando. “Ele é a fonte mais terna de
consolação que uma pessoa ferida, derrotada ou atacada pela tristeza pode conhecer”
(p.137).
O livro é
muito agradável de se ler e deixa claro o posicionamento do autor –
presbiteriano reformado – quanto a concepções sobre o tema. Vale muito a pena
ser lido com calma e estudado.
Ficha técnica:
Obra: O
Mistério do Espírito Santo
Autor: R. C.
Sproul
Editora:
Cultura Cristã
Páginas: 142
Ano: 1997
(1ª edição); edição que li: 3ª edição, 2013.

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